Estudantes da Universidade Federal do Maranhão, Campus de São Bernardo,
fizeram ontem uma manifestação de protesto contra a aprovação do projeto
pedagógico da unidade de São Bernardo, reivindicando também outras
melhorias como a contratação de novos professores, internet,
laboratórios entre outras.
Os universitários saíram do Campus da UFMA e prosseguiram em passeata pelas ruas de São Bernardo até a Praça da Prefeitura, onde houve um ato público, para esclarecer à comunidade bernardense sobre suas reivindicações. Foi uma manifestação pacífica que tomou conta das principais ruas e avenidas da cidade e contou com a participação da vários alunos do Campus de São Bernardo.
Os alunos estão em greve desde a semana passada e continuam acampados nas dependências do Campus, aguardando uma resposta da reitoria. Segundo os líderes do movimento, enquanto as reivindicações dos estudantes não forem atendidas, o movimento grevista continuará. A intenção é ocupar o prédio por completo e paralisar as atividades acadêmicas do Campus até encontrar uma solução viável que atenda as reivindicações da categoria.
A revolta dos estudantes é devido a insatisfação com o Projeto Político Pedagógico (PPP) das licenciaturas interdisciplinares, aprovado recentemente, e as deficiências na estrutura do campus.
Na lista de exigências estão a contratação de mais professores, funcionamento dos laboratórios, internet, melhorias no acervo da biblioteca e a garantia de que a segunda licenciatura, prevista no PPP, seja presencial em pelo menos uma disciplina de cada curso.
Atualmente o campus oferece três licenciaturas interdisciplinares: ciências humanas (abrangendo história, geografia, filosofia e sociologia), ciências naturais (matemática, química, física e biologia) e linguagens e códigos (português, artes, inglês, espanhol, música e informática).
O PPP inicial previa uma formação de três anos, onde o aluno estaria apto para ministrar aulas nas séries finais do ensino fundamental, e uma segunda licenciatura de um ano para dar aulas também no ensino médio. No entanto, foram detectadas várias deficiências no projeto, entre elas a falta de uma grade curricular mínima, incoerências em relação ao texto da LDB, critérios mal definidos para avaliação dos alunos, dentre outras.
fonte e fotos:luzionline
Os universitários saíram do Campus da UFMA e prosseguiram em passeata pelas ruas de São Bernardo até a Praça da Prefeitura, onde houve um ato público, para esclarecer à comunidade bernardense sobre suas reivindicações. Foi uma manifestação pacífica que tomou conta das principais ruas e avenidas da cidade e contou com a participação da vários alunos do Campus de São Bernardo.
Os alunos estão em greve desde a semana passada e continuam acampados nas dependências do Campus, aguardando uma resposta da reitoria. Segundo os líderes do movimento, enquanto as reivindicações dos estudantes não forem atendidas, o movimento grevista continuará. A intenção é ocupar o prédio por completo e paralisar as atividades acadêmicas do Campus até encontrar uma solução viável que atenda as reivindicações da categoria.
A revolta dos estudantes é devido a insatisfação com o Projeto Político Pedagógico (PPP) das licenciaturas interdisciplinares, aprovado recentemente, e as deficiências na estrutura do campus.
Na lista de exigências estão a contratação de mais professores, funcionamento dos laboratórios, internet, melhorias no acervo da biblioteca e a garantia de que a segunda licenciatura, prevista no PPP, seja presencial em pelo menos uma disciplina de cada curso.
Atualmente o campus oferece três licenciaturas interdisciplinares: ciências humanas (abrangendo história, geografia, filosofia e sociologia), ciências naturais (matemática, química, física e biologia) e linguagens e códigos (português, artes, inglês, espanhol, música e informática).
O PPP inicial previa uma formação de três anos, onde o aluno estaria apto para ministrar aulas nas séries finais do ensino fundamental, e uma segunda licenciatura de um ano para dar aulas também no ensino médio. No entanto, foram detectadas várias deficiências no projeto, entre elas a falta de uma grade curricular mínima, incoerências em relação ao texto da LDB, critérios mal definidos para avaliação dos alunos, dentre outras.
fonte e fotos:luzionline




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