quinta-feira, 9 de setembro de 2010

26% das empresas proíbem as redes sociais no trabalho.



De acordo com estudo realizado pela empresa de recrutamento de profissionais Robert Half, 26% das empresas do país proíbem que os funcionários acessem as redes sociais no trabalho. O Brasil só perde em restrição do acesso para duas outras localidades: Irlanda e Dubai, nos Emirados Árabes. 

Segundo a pesquisa, o país se mostra conservador no uso das novas mídias porque os próprios gestores das empresas ainda estão aprendendo a fazer um uso adequado das redes sociais e a como tirar benefícios delas no ambiente de trabalho.

No entanto, os executivos brasileiros são os que se mostraram mais abertos, na comparação com os demais profissionais ouvidos pela pesquisa, sobre a possibilidade de usar as redes sociais para relacionamento profissional. Dos entrevistados, 61% disseram que se sentem confortáveis – ou muito confortáveis – em se relacionar com os chefes nesses ambientes. O índice sobe para 81% no caso de colegas de trabalho, 68% para subordinados e 66% para clientes.


Com informações do IDGNow
COMENTÁRIO

Se os funcionários usassem as redes sociais e o MSN prioritariamente para o trabalho, evitando o uso pessoal e recreativo, não haveria esta tipo de proibição.
É que muitos empregados são irresponsáveis e abusam do uso indevido, desnecessário e descabido das redes sociais e do MSN. 
Falta de uma maior mentalidade profissional - de empregados e de patrões. Em outras palavras: falta de cultura.
blog do JJ

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