GOVERNO DO PI ainda está sob ameaça de atrasar saláriosPOR CONTA DISSO, O EX-SECRETÁRIO Franzé Alves chamado para reordenamento do dinheiro
O governo do estado faz questão de divulgar informações de que as finanças do estado encontram-se em perfeito equilíbrio, no entanto adota providências que apontam na direção contrária. Um exemplo disso é o chamamento, em caráter informal, do ex-secretário de Fazenda, Franzé Alves, para que produza o reordenamento do dinheiro disponível de modo que se possa pagar os salários do funcionalismo relativos ao mês de agosto.
Franzé Alves foi titular da Sefaz até recentemente, oportunidade em que sucedeu ao também ex-secretário Antonio Rodriguess Neto, hoje candidato a deputado federal pelo PT. Franzé encontrou uma situação de muita dificuldade na Fazenda e sofreu grande pressão de fornecedores e prestadores de serviços que não estavam conseguindo receber os seus pagamentos. Por diversas vezes ele tentou renunciar mas foi demovido pelo então governador, de quem é partidário e admirador.
O atual secretário, Silvano Alencar, não estaria conseguindo organizar as finanças de modo a atender ao pagamento dos servidores estaduais e ao mesmo tempo dar vazão à pressão de fornecedores e prestados de serviços pelos valores que lhes são devidos. Centenas de empresas estão há vários meses sem receber pagamento do estado. Por causa disso, inúmeras obras estão em atraso, a exemplo de estradas, pontes e estruturas como o Centro de Convenções de Teresina.
Franzé, pela experiência que tem na Sefaz, é tido como única pessoa, neste momento, capaz de promover o reordenamento financeiro a fim de que se possa pagar determinados compromissos inadiáveis. O governo afirma que não existe nenhuma possibilidade de atrasar os salários do funcionalismo. No entanto, a crise financeira é de conhecimento público.
Hoje mesmo centenas de servidores terceirizados da Fundação Antares decidiram paralisar suas atividades porque estão há 90 dias sem salários. Informa-se que muitos estariam passando fome com suas famílias. É difícil compreender por que, já que não há crise, como sustenta a versão oficial, o governo deixe prestadores de serviços passando tamanhas dificuldades. Franzé Alves já se encontra despachando nas dependências da Sefaz. Foi atribuída a ele a missão quase impossível de manter os salários atualizados durante o período eleitoral ao mesmo tempo em que ganha tempo junto aos credores para que não haja maiores danos à imagem governamental durante o período de campanha eleitoral.
fonte: 180graus
O governo do estado faz questão de divulgar informações de que as finanças do estado encontram-se em perfeito equilíbrio, no entanto adota providências que apontam na direção contrária. Um exemplo disso é o chamamento, em caráter informal, do ex-secretário de Fazenda, Franzé Alves, para que produza o reordenamento do dinheiro disponível de modo que se possa pagar os salários do funcionalismo relativos ao mês de agosto.
Franzé Alves foi titular da Sefaz até recentemente, oportunidade em que sucedeu ao também ex-secretário Antonio Rodriguess Neto, hoje candidato a deputado federal pelo PT. Franzé encontrou uma situação de muita dificuldade na Fazenda e sofreu grande pressão de fornecedores e prestadores de serviços que não estavam conseguindo receber os seus pagamentos. Por diversas vezes ele tentou renunciar mas foi demovido pelo então governador, de quem é partidário e admirador.
O atual secretário, Silvano Alencar, não estaria conseguindo organizar as finanças de modo a atender ao pagamento dos servidores estaduais e ao mesmo tempo dar vazão à pressão de fornecedores e prestados de serviços pelos valores que lhes são devidos. Centenas de empresas estão há vários meses sem receber pagamento do estado. Por causa disso, inúmeras obras estão em atraso, a exemplo de estradas, pontes e estruturas como o Centro de Convenções de Teresina.
Franzé, pela experiência que tem na Sefaz, é tido como única pessoa, neste momento, capaz de promover o reordenamento financeiro a fim de que se possa pagar determinados compromissos inadiáveis. O governo afirma que não existe nenhuma possibilidade de atrasar os salários do funcionalismo. No entanto, a crise financeira é de conhecimento público.
Hoje mesmo centenas de servidores terceirizados da Fundação Antares decidiram paralisar suas atividades porque estão há 90 dias sem salários. Informa-se que muitos estariam passando fome com suas famílias. É difícil compreender por que, já que não há crise, como sustenta a versão oficial, o governo deixe prestadores de serviços passando tamanhas dificuldades. Franzé Alves já se encontra despachando nas dependências da Sefaz. Foi atribuída a ele a missão quase impossível de manter os salários atualizados durante o período eleitoral ao mesmo tempo em que ganha tempo junto aos credores para que não haja maiores danos à imagem governamental durante o período de campanha eleitoral.
fonte: 180graus






1 comentários:
oi lindoo gostei muito do seu blog parabéns ,depois entre no meu também mim chamo Pátricia e meu blog é justiceirasemlimite.blogsport.com beijosssssss mim segui!!
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